O Maior São João do Mundo deve garantir ocupação recorde na rede hoteleira

São cerca de 3.900 leitos distribuídos em 27 hotéis e 19 pousadas

Foto: Reprodução

O Maior São João do Mundo segue consolidado como o principal motor do turismo e da economia de Campina Grande durante o mês de junho. Além de atrair milhares de visitantes de diversas regiões do Brasil e do exterior durante os 33 dias de festa, o evento impulsiona diretamente diversos setores econômicos, com destaque para a rede hoteleira, que registra um dos melhores desempenhos do ano neste período.

De acordo com o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Campina Grande (SHRBS-CG), Divaildo Bartolomeu de Lima Júnior, a expectativa para 2026 é de um crescimento recorde na ocupação dos meios de hospedagem da cidade. A previsão é que a taxa de ocupação ultrapasse os 88%, superando os índices registrados no ano passado.

Segundo Divaildo, o período junino representa o momento mais importante para a hotelaria campinense, impulsionado pela programação d’O Maior São João do Mundo, além de diversos eventos paralelos realizados ao longo do mês de junho.

Atualmente, Campina Grande conta com uma estrutura robusta para receber os turistas. Conforme o presidente do SHRBS-CG, são cerca de 3.900 leitos distribuídos em 27 hotéis e 19 pousadas, além das opções de hospedagem disponibilizadas por meio de plataformas digitais de aluguel por temporada, que ampliam significativamente a capacidade de atendimento da cidade.

A maior procura por hospedagem é registrada justamente nos dias considerados ápice da festa, entre 21 e 24 de junho, período que concentra os festejos mais tradicionais do calendário junino. Nesses dias, muitos estabelecimentos chegam a operar próximos da capacidade máxima, refletindo a força do evento como atrativo turístico.

Mais do que uma celebração cultural, O Maior São João do Mundo desempenha um papel estratégico para o desenvolvimento econômico de Campina Grande. A festa movimenta setores como hotelaria, gastronomia, transporte, comércio e serviços, gerando emprego e renda para milhares de pessoas. Para este ano, a expectativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDE) é que a movimentação financeira ultrapasse os R$ 800 milhões durante todo o período junino, reforçando a importância do evento para a economia da Rainha da Borborema e de toda a Paraíba.

Força da economia criativa do Nordeste

Um levantamento do Ministério do Turismo indica que a movimentação econômica neste período chegará a R$ 2,4 bilhões, considerando apenas cinco dos principais destinos juninos do país. O impacto positivo se estende de ponta a ponta da cadeia, beneficiando a rede hoteleira, aeroportos, bares, restaurantes e pequenos negócios.

Para mostrar a força dos festejos juninos como atrativo turístico e motor de desenvolvimento regional, o MTur lançou o projeto “Destino: Festas Juninas”. A iniciativa reúne uma websérie e uma série de rádio com 10 episódios que percorrem cinco dos principais destinos juninos do Nordeste: Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE).

Por meio das histórias de pessoas que mantêm viva uma das mais importantes manifestações culturais do país, o projeto retrata como os festejos juninos impulsionam o turismo, movimentam a economia e geram oportunidades nos destinos.

A série está sendo divulgada também no canal d’O Maior São João do Mundo no Instagram.

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