Efraim apoia PEC que abre caminho para “escala 7×0”

Proposta apoiada pelo senador prevê jornada flexível e remuneração proporcional às horas trabalhadas.

Foto: Reprodução

O senador Efraim Filho votou favoravelmente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um modelo alternativo de jornada de trabalho, apresentado um dia após a aprovação, na Câmara dos Deputados, da proposta que prevê o fim da escala 6×1.

Protocolada na quinta-feira (28), a nova PEC estabelece que os trabalhadores possam optar entre o regime tradicional previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e um modelo flexível baseado na quantidade de horas efetivamente trabalhadas. A proposta também prevê remuneração proporcional à carga horária escolhida.

Os autores da matéria argumentam que a mudança amplia a liberdade e a autonomia dos trabalhadores, permitindo maior flexibilidade na organização da rotina profissional e pessoal. Segundo a justificativa, o modelo poderia favorecer diferentes perfis de trabalhadores e novas formas de contratação.

A proposta, no entanto, tem gerado divergências no meio político. Críticos do texto afirmam que a medida pode representar uma flexibilização excessiva das garantias trabalhistas. Entre eles está a deputada federal Erika Hilton, que defende a PEC do fim da escala 6×1 e argumenta que sua proposta reduz a jornada sem diminuir salários, diferentemente do texto alternativo, que admite pagamento proporcional às horas trabalhadas.

Com o apoio de Efraim Filho, o debate sobre os modelos de jornada de trabalho ganha força no Congresso Nacional e deve continuar mobilizando trabalhadores, empregadores e representantes políticos nos próximos meses.

Veja os senadores que votaram na PEC da 7×0

1-Rogério Marinho (PL-RN) – principal autor

2-Angelo Coronel (Republicanos-BA)

3-Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)

4-Carlos Portinho (PL-RJ)

5-Carlos Viana (PSD-MG)

6-Ciro Nogueira (PP-PI)

7-Cleitinho (Republicanos-MG)

8-Damares Alves (Republicanos-DF)

9-Dr. Hiran (PP-RR)

10-Dra. Eudócia (PSDB-AL)

11-Eduardo Girão (Novo-CE)

12-Eduardo Gomes (PL-TO)

13-Efraim Filho (PL-PB)

14-Esperidião Amin (PP-SC)

15-Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

16-Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

17-Hermes Klann (PL-SC)

18-Izalci Lucas (PL-DF)

19-Jaime Bagattoli (PL-RO)

20-Jayme Campos (União-MT)

21-Laércio Oliveira (PP-SE)

22-Lucas Barreto (PSD-AP)

23-Luis Carlos Heinze (PP-RS)

24-Magno Malta (PL-ES)

25-Marcio Bittar (PL-AC)

26-Marcos do Val (Avante-ES)

27-Marcos Rogério (PL-RO)

28-Nelsinho Trad (PSD-MS)

29-Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)

30-Plínio Valério (PSDB-AM)

31-Roberta Acioly (Republicanos-RR)

32-Romário (PL-RJ)

33-Sergio Moro (PL-PR)

34-Sérgio Petecão (PSD-AC)

35-Styvenson Valentim (Podemos-RN)

36-Tereza Cristina (PP-MS)

37-Vanderlan Cardoso (PSD-GO)

38-Wellington Fagundes (PL-MT)

39-Wilder Morais (PL-GO)

40-Zequinha Marinho (Podemos-PA).

Artigo anteriorPesquisa mostra que Lucas Ribeiro vira o jogo e lidera disputa pelo Governo do Estado
Próximo artigoLimpa Nome: esquema de fraude milionário envolvem advogados e juízes na Paraíba

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui