A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,1% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE. O índice é maior que o registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), mas representa o menor resultado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 7%, houve queda significativa. Ao todo, cerca de 6,6 milhões de pessoas estavam em busca de emprego nos três primeiros meses do ano.
O número de pessoas ocupadas chegou a 102 milhões, recuo de 1 milhão em relação ao último trimestre de 2025, mas alta de 1,5 milhão na comparação anual.
De acordo com o IBGE, o resultado reflete fatores sazonais, como a redução de vagas temporárias após o fim do ano. Setores como comércio, administração pública e serviços domésticos apresentaram queda no número de trabalhadores.
Apesar do aumento na taxa de desocupação, houve redução na informalidade, que atingiu 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores.
O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, com crescimento de 1,3% em um ano. Já os trabalhadores sem carteira tiveram queda no trimestre, totalizando 13,3 milhões.
A Pnad Contínua considera pessoas com 14 anos ou mais e analisa diferentes formas de ocupação no país, sendo um dos principais indicadores do mercado de trabalho brasileiro.
Fonte: agência Brasil






























