O secretário de Assistência Social de Campina Grande, Fábio Thoma, orientou a população a não dar esmolas diretamente às pessoas em situação de rua e a destinar doações à rede municipal de assistência social. Segundo ele, embora seja um gesto de solidariedade, a prática pode contribuir para a permanência dessas pessoas nas ruas e, em alguns casos, favorecer o consumo de drogas.
De acordo com o secretário, a Secretaria de Assistência Social (Semas) possui uma estrutura para receber e distribuir doações de forma adequada, por meio de equipamentos como o Centro Pop.
Fábio Thoma informou que cerca de 330 pessoas em situação de rua estão cadastradas e recebem acompanhamento da assistência social, com acesso à alimentação, atendimento psicossocial e benefícios como aluguel social. Apesar disso, afirmou que a dependência química continua sendo o principal desafio para a reinserção dessas pessoas na sociedade.
O secretário acrescentou que parte dos atendidos resiste ao acolhimento por causa do uso de drogas e da influência do tráfico. Sobre os flanelinhas, disse que o assunto envolve outros setores da Prefeitura, mas ressaltou que a assistência social oferece orientação e alternativas de atendimento, embora muitos optem por continuar nas ruas.






























