O senador Flávio Bolsonaro (PL) é investigado pela Polícia Federal (PF) em um segundo inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e a relação do parlamentar com o advogado Willer Tomaz, segundo informações publicadas pelo Estadão e confirmadas pelo Metrópoles.
A investigação teve origem em provas reunidas pela Polícia Federal durante um inquérito no Rio Grande do Sul, que apura suspeitas relacionadas ao setor de apostas e a sistemas de pagamentos digitais. Segundo as reportagens, os investigadores identificaram elementos que indicariam um possível vínculo de controle ou propriedade de fato de Willer Tomaz sobre a Rede Loto.
A PF também analisa movimentações financeiras e relações empresariais associadas ao advogado. O objetivo é esclarecer a origem e o destino dos recursos e verificar se há indícios de irregularidades.
Flávio Bolsonaro já era investigado em outro procedimento no STF, relacionado a negociações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, preso em Brasília. O caso apura suspeitas relacionadas à negociação de recursos para o exterior e a possíveis movimentações financeiras ligadas ao senador.
As duas investigações são distintas e ainda dependem do aprofundamento das apurações. A abertura de inquéritos não significa que os investigados tenham cometido crimes, e as suspeitas precisam ser comprovadas.
Até a publicação das primeiras reportagens sobre o segundo inquérito, as defesas dos envolvidos ainda não haviam se manifestado sobre essa nova investigação.





























