A opção vem embalada em papel técnico: “geopolítica”.
A escolha de Diogo Cunha Lima, filho do ex-governador Cássio Cunha Lima, para ocupar a vice, seria, além de representar o clã, uma forma de garantir representação de Campina Grande na chapa de Cícero Lucena.
Representação essa que acontece, curiosamente, a partir de visitas esporádicas do primogênito à Rainha da Borborema.
Faz na prática, um intercâmbio doméstico.
Nesse cenário, Pedro Cunha Lima, que reconheceu em entrevista, não ter qualquer vínculo com a cidade, pode acabar sendo, pasmem, o “cicerone oficial”, apresentando ao irmão, pontos e “conterrâneos” de Campina, que ambos desconhecem.
Do jeito que querem, Campina Grande corre o risco de ser tratada como um CEP eleitoral, por óbvia conveniência, mesmo que, seus supostos representantes sejam ilustres visitantes ocasionais.



























