Entre a juventude e a influência, Lucas responde com experiência e entregas concretas

Na disputa eleitoral para o Governo da Paraíba, já é possível antever quais serão os dois principais eixos de ataque direcionados ao candidato Lucas Ribeiro. Os ensaios repetidos e manjados revelam a estratégia dos adversários.

O primeiro é a alegada falta de experiência por ser jovem. O segundo é a tentativa de rotulá-lo como um governador que seria “tutelado” pelo tio, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro. O argumento da inexperiência, contudo, desfaz-se diante da realidade dos fatos. Lucas não é um vice decorativo.

Ao contrário, tem participação ativa, presença política e envolvimento direto nas decisões do atual governo, liderado por João Azevêdo. Sua atuação cotidiana confirma parceria administrativa, maturidade política e conhecimento do projeto e da máquina pública.

Trata-se de uma experiência construída no exercício do cargo, e não apenas no discurso. Lucas Ribeiro está pronto e preparado.

Já o segundo ponto, a possível influência de Aguinaldo Ribeiro em razão do vínculo familiar, esbarra menos em fatos e mais em percepções e preocupações históricas de parte da oposição política paraibana.

Há, sim, um reconhecimento generalizado do poder de articulação de Aguinaldo em Brasília, especialmente por sua trajetória em posições estratégicas no Congresso e no Executivo federal.

Mas a pergunta que se impõe é simples e necessária: e se a influência natural for positiva?

Os dados objetivos mostram essa realidade.

Como ministro das Cidades, Aguinaldo foi responsável por liberar recursos para a construção do Conjunto Aluísio Campos, em Campina Grande, à época o maior empreendimento habitacional do Brasil, com 4.100 casas e impacto direto na vida de mais de 30 mil pessoas.

Um detalhe revelador: os recursos foram destinados a uma gestão municipal de oposição ao Governo Federal, comandada por Romero Rodrigues, do PSDB, o que desmonta a tese de uso secretário ou partidário do poder.

Ainda em Campina Grande, sua atuação foi decisiva para a liberação de recursos da Alça Leste, obra que viabilizou a integração entre a BR-230 e a BR-104, por meio do Arco Metropolitano, criando as condições para a implantação do Centro de Convenções, uma das obras mais emblemáticas do atual governo estadual.

Na capital, João Pessoa, sua passagem pelo ministério também deixou marcas concretas, com destaque para o viaduto do Conjunto Ernesto Geisel e a requalificação da Lagoa do Parque Solon de Lucena, um dos principais cartões-postais da cidade.

Milhares de unidades do programa Minha Casa Minha Vida foram construídas em toda a Paraíba, reduzindo de forma significativa o déficit habitacional e, ao mesmo tempo, gerando emprego e renda em toda a cadeia produtiva da construção civil.

Como relator da Reforma Tributária, foi responsável por zerar os impostos sobre os produtos que compõem a cesta básica, beneficiando milhões de brasileiros.

Diante desse histórico, a tentativa de transformar o parentesco entre Lucas e Aguinaldo em demérito político soa frágil e tola. Não se sustenta diante dos fatos.

Caso a oposição insista nessa narrativa, o debate precisa ser qualificado. Se existe influência, que se avalie a sua natureza. E os atos demonstram que se trata de uma influência que produz bons resultados.

A vinculação familiar não anula a autonomia de Lucas nem a macula. Ao contrário, pode representar uma ponte institucional, um ativo político e um exemplo de como relações pessoais, quando bem utilizadas, podem servir ao interesse público.

No fim das contas, a Paraíba não precisa temer a influência, precisa temer a ausência dela. Quando a influência gera desenvolvimento, obras, inclusão e resultados efetivos para o povo, ela deixa de ser problema para se tornar parte da solução.

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