A sessão desta quinta-feira na Câmara Municipal de Campina Grande foi marcada por embates entre vereadores após a tentativa de entrada, sem autorização, em um reservatório da Cagepa. O vereador Pimentel Filho (PSB) comentou o episódio e afirmou que, embora seja legítimo o papel fiscalizador dos parlamentares, existem espaços que exigem aviso prévio e protocolos de segurança.
Segundo ele, não se pode simplesmente entrar em um reservatório sem cumprimento das normas, já que se trata de uma área sensível. Pimentel destacou que os vereadores também querem esclarecimentos sobre o rompimento do reservatório da Prata, mas ressaltou que há outras pendências que igualmente exigem explicações.
O parlamentar também questionou o que chamou de “desvios de finalidade” de recursos provenientes de emendas destinadas ao Hospital da FAP e ao Hospital Help, valores considerados altos e que, segundo ele, ainda não foram pagos.
“Campina Grande também quer saber porque estamos terminando o ano e ainda não foi entregue os fardamentos, nós queremos saber porque a Plínio Lemos não termina, porque os servidores vieram semana passada a Casa dizer que não está cumprindo o pagamento dos funcionários, por que falta insulina nos postos do município, assim como também queremos saber sobre o que aconteceu com o reservatório da Cagepa”.
O vereador finalizou afirmando que a cidade espera respostas claras da administração e que elas precisam abranger todas as áreas da gestão, não apenas o episódio envolvendo a Cagepa. Para ele, o governo deve esclarecimentos sobre educação, recursos municipais, pagamento dos servidores, abastecimento de medicamentos e saúde. “Tudo isso nós queremos saber”, concluiu.































